A morte do psicoterapeuta Dr. William Castro gerou grande comoção em Anápolis, onde ele construiu uma trajetória marcada pelo cuidado com a saúde emocional e pela dedicação ao próximo. O falecimento ocorreu no dia 27 de abril de 2026 e, desde então, manifestações de pesar têm tomado conta da cidade, reunindo pacientes, colegas de profissão e pessoas que foram impactadas por sua atuação. Reconhecido pela escuta sensível e pela forma humana com que conduzia seus atendimentos, Dr. William atuava diretamente no suporte a pessoas em momentos de fragilidade emocional, ajudando no enfrentamento de conflitos familiares, crises pessoais e desafios cotidianos. Sua atuação ultrapassava o consultório. Ele era visto como alguém comprometido em promover reflexões importantes sobre relações humanas, contribuindo para o fortalecimento de vínculos e para o equilíbrio emocional de seus pacientes. Uma perda que também é pessoal – Para o projeto Família em Foco, a despedida tem um significado ainda mais profundo. Dr. William Castro foi o primeiro entrevistado da iniciativa. Confiou no projeto desde o início, abriu espaço para o diálogo e contribuiu com conteúdo relevante, levando orientação e reflexão para inúmeras famílias. Sua participação marcou não apenas a estreia, mas também o propósito do Família em Foco: levar informação de qualidade, com responsabilidade e sensibilidade, para dentro dos lares. A trajetória de Dr. William reforça a importância dos profissionais da saúde mental, especialmente em um tempo em que as relações familiares e emocionais enfrentam tantos desafios. Seu trabalho foi pautado pela empatia, pelo respeito e pelo compromisso com o outro — valores que permanecem como legado. Neste momento de dor, o Família em Foco manifesta solidariedade aos familiares, amigos, pacientes e a todos que foram impactados por sua história. Dr. William não foi apenas um profissional parceiro. Foi parte da construção de um propósito. E por isso, sua ausência é sentida — mas sua contribuição permanece viva. Acompanhe aqui sua última participação no programa
Limites na educação dos filhos: por que dizer “não” também é um ato de cuidado
Em um cenário onde muitos pais buscam evitar frustrações aos filhos, a dificuldade em impor limites tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, especialistas alertam: estabelecer regras claras é essencial para o desenvolvimento emocional e social das crianças. Dizer “não” não significa falta de amor. Pelo contrário, é uma forma de ensinar sobre respeito, convivência e responsabilidade. Crianças que crescem sem limites tendem a ter mais dificuldade em lidar com frustrações, o que pode impactar relações futuras e até o ambiente escolar. A construção de limites começa cedo e deve ser consistente. Regras simples, como horários para dormir, organizar brinquedos ou respeitar o espaço do outro, ajudam a criar uma base de disciplina e autonomia. Mas tão importante quanto estabelecer limites é a forma como eles são apresentados. O diálogo, a explicação e a firmeza são mais eficazes do que punições severas ou autoritarismo. A criança precisa entender o porquê das regras, não apenas obedecê-las. Outro ponto importante é a coerência. Quando os pais não mantêm uma linha consistente — ora permitindo, ora proibindo — a criança tende a testar constantemente os limites, o que gera desgaste na relação familiar. Além disso, é fundamental que os adultos estejam alinhados. Quando há divergência entre pai, mãe ou responsáveis, a tendência é que a criança se sinta confusa e insegura. Educar exige equilíbrio entre afeto e firmeza. O excesso de permissividade pode ser tão prejudicial quanto a rigidez extrema. No fim, impor limites não é restringir — é preparar para a vida.
Educação dos filhos na era digital: equilíbrio entre tecnologia e convivência familiar
O avanço da tecnologia transformou a forma como as famílias se relacionam. Celulares, tablets e redes sociais passaram a fazer parte da rotina desde a infância, trazendo benefícios, mas também desafios importantes para pais e responsáveis. Se por um lado o acesso à informação nunca foi tão fácil, por outro, o uso excessivo de telas tem levantado alertas. Especialistas apontam que o tempo prolongado em dispositivos pode impactar o desenvolvimento social, o sono e até o desempenho escolar de crianças e adolescentes. Dentro de casa, o maior desafio não é proibir, mas equilibrar. A tecnologia precisa ser uma aliada, não substituta da convivência familiar. Momentos simples, como refeições em conjunto ou conversas sem distrações, tornam-se cada vez mais valiosos em um cenário de constante conexão digital. Outro ponto importante é o exemplo. Crianças observam o comportamento dos adultos, e o uso excessivo do celular pelos pais pode reforçar hábitos semelhantes. Estabelecer regras claras — como horários para uso de telas e limites durante atividades familiares — ajuda a criar uma rotina mais saudável. Além disso, acompanhar o que os filhos consomem online é fundamental. Não se trata apenas de controle, mas de orientação. Saber quais conteúdos estão sendo acessados, dialogar sobre riscos e incentivar o pensamento crítico são atitudes que fortalecem a segurança digital. A tecnologia veio para ficar, mas o papel da família continua insubstituível. É no convívio diário que se constroem valores, vínculos e referências que nenhuma tela pode oferecer. No fim, a pergunta não é quanto tempo se passa online, mas quanto tempo de qualidade se dedica uns aos outros.
Família e autismo: o papel do acolhimento no desenvolvimento e na inclusão
Durante o Abril Azul, mês de conscientização sobre o autismo, um dos pontos mais importantes do debate é o papel da família no desenvolvimento e na qualidade de vida de pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Mais do que um suporte, o ambiente familiar é, muitas vezes, o principal espaço de acolhimento, aprendizado e construção de autonomia. Receber o diagnóstico de autismo de um filho ainda é um momento desafiador para muitas famílias. Dúvidas, inseguranças e até medo fazem parte do processo inicial. No entanto, especialistas são unânimes ao afirmar que a informação e o apoio adequado transformam esse cenário. A forma como a família reage ao diagnóstico pode impactar diretamente o desenvolvimento da criança. Um ambiente acolhedor, com estímulos adequados e respeito às particularidades, favorece avanços significativos na comunicação, no comportamento e nas habilidades sociais. Outro ponto essencial é a participação ativa dos familiares nas terapias e no cotidiano da pessoa autista. O acompanhamento não deve ficar restrito a profissionais. Pequenas atitudes no dia a dia — como adaptar a rotina, respeitar limites e incentivar a interação — fazem toda a diferença. Além disso, o fortalecimento dos vínculos familiares contribui para a segurança emocional. Crianças e adolescentes com autismo tendem a responder melhor quando se sentem compreendidos e respeitados dentro de casa. Isso reduz crises, melhora a convivência e amplia as possibilidades de desenvolvimento. Mas é importante destacar: cuidar de uma pessoa com autismo também exige que a família cuide de si. O desgaste emocional pode ser grande, especialmente quando há sobrecarga. Por isso, redes de apoio, grupos de orientação e acompanhamento psicológico são aliados importantes nesse processo. No Brasil, cresce o número de iniciativas voltadas ao suporte familiar, mas ainda há um caminho a percorrer, principalmente no acesso à informação de qualidade e serviços especializados. O Abril Azul reforça que a inclusão começa dentro de casa. É no ambiente familiar que se constroem as primeiras oportunidades de respeito, autonomia e pertencimento. Mais do que entender o autismo, é preciso aprender a conviver com ele — e a família tem um papel central nessa transformação.
Abril Azul: mês de conscientização sobre o autismo reforça inclusão e respeito
Abril é internacionalmente reconhecido como o mês de conscientização sobre o autismo, uma campanha conhecida como “Abril Azul”. A iniciativa tem como principal objetivo ampliar o conhecimento da sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista, combater o preconceito e promover a inclusão de pessoas autistas em todos os espaços sociais. O autismo não é uma doença, mas uma condição do neurodesenvolvimento que acompanha o indivíduo ao longo da vida. Ele se manifesta de diferentes formas, o que explica o uso do termo “espectro”. Entre as características mais comuns estão dificuldades na comunicação e interação social, além de padrões de comportamento repetitivos e interesses restritos — sempre com variações significativas de pessoa para pessoa. A escolha do mês de abril está ligada ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas com o propósito de incentivar governos, instituições e a sociedade civil a desenvolverem ações que garantam mais visibilidade e direitos às pessoas autistas. No Brasil, o tema tem ganhado cada vez mais espaço, impulsionado tanto por campanhas educativas quanto pelo avanço de legislações que asseguram direitos fundamentais, como acesso à saúde, educação inclusiva e atendimento prioritário. Ainda assim, especialistas alertam que o maior desafio continua sendo a informação. “A falta de conhecimento ainda gera exclusão. Muitas famílias enfrentam julgamentos e dificuldades no dia a dia que poderiam ser evitados com mais empatia e compreensão”, apontam profissionais da área. O diagnóstico precoce é outro ponto essencial. Identificar sinais ainda na infância permite intervenções mais eficazes, contribuindo para o desenvolvimento da criança e sua autonomia ao longo da vida. Por isso, pais e educadores devem estar atentos a comportamentos como atraso na fala, pouca interação social ou ausência de contato visual. Durante o Abril Azul, prédios públicos são iluminados na cor azul, eventos são realizados e campanhas digitais ganham força, mas a conscientização não deve se limitar a um único mês. A inclusão precisa ser uma prática contínua. Mais do que informar, o Abril Azul convida a sociedade a uma mudança de postura: enxergar a pessoa além do diagnóstico, respeitar suas particularidades e garantir que todos tenham espaço para viver com dignidade. Porque inclusão não é favor — é direito.
Pensão alimentícia: o que muda quando há alteração na renda de um dos pais?
Entenda quando é possível pedir revisão do valor e como a Justiça avalia cada caso A pensão alimentícia é um dos temas que mais geram dúvidas após a separação de um casal. Uma pergunta frequente é: o valor pode ser alterado se houver mudança na renda de quem paga ou de quem recebe? A resposta é sim. A legislação brasileira permite a revisão da pensão alimentícia sempre que houver alteração significativa na situação financeira de uma das partes ou nas necessidades de quem recebe o benefício, geralmente os filhos. De modo geral, a Justiça analisa o chamado binômio necessidade e possibilidade. Isso significa que o juiz avalia, de um lado, as necessidades da criança ou adolescente — como alimentação, escola, saúde, moradia e lazer — e, de outro, a capacidade financeira de quem deve pagar. Se o responsável pelo pagamento perde o emprego ou sofre redução comprovada na renda, pode ingressar com uma ação revisional para pedir a diminuição do valor. Da mesma forma, se a renda aumenta consideravelmente, ou se as despesas da criança crescem (por exemplo, com tratamentos médicos ou mudança de escola), também é possível solicitar a revisão. É importante destacar que o valor da pensão não pode ser alterado informalmente entre as partes sem homologação judicial. Mesmo havendo acordo, é fundamental que ele seja formalizado para evitar problemas futuros. Outro ponto relevante é que a falta de pagamento da pensão pode gerar consequências sérias, incluindo protesto da dívida e até prisão civil, conforme previsto na legislação. Especialistas recomendam que qualquer mudança seja feita com orientação jurídica adequada, garantindo segurança para ambas as partes e, principalmente, protegendo o melhor interesse da criança. Questões familiares exigem diálogo, responsabilidade e informação. Conhecer os direitos e deveres é essencial para evitar conflitos e preservar o equilíbrio nas relações familiares.
Fevereiro Roxo e Laranja reforça a importância da conscientização e do cuidado com a saúde
Campanhas alertam sobre lúpus, Alzheimer, fibromialgia e leucemia, destacando a importância do diagnóstico precoce e da doação de medula óssea O mês de fevereiro ganha cores e significados especiais com duas importantes campanhas de conscientização em saúde: o Fevereiro Roxo e o Fevereiro Laranja. As ações têm como objetivo alertar a população sobre doenças crônicas, estimular o diagnóstico precoce e reforçar a importância do acompanhamento médico contínuo. O Fevereiro Roxo chama a atenção para três doenças que ainda enfrentam desinformação e preconceito: lúpus, Alzheimer e fibromialgia. Embora diferentes entre si, essas condições têm um ponto em comum: não possuem cura, mas podem ser tratadas e controladas, garantindo mais qualidade de vida aos pacientes. No caso do lúpus, trata-se de uma doença autoimune que pode atingir diversos órgãos e exige acompanhamento constante. O Alzheimer, por sua vez, afeta a memória e outras funções cognitivas, impactando não apenas o paciente, mas também toda a família. Já a fibromialgia é marcada por dores crônicas e sintomas muitas vezes invisíveis, o que reforça a necessidade de empatia e informação. Já o Fevereiro Laranja é dedicado à conscientização sobre a leucemia, um tipo de câncer que afeta o sangue e a medula óssea. A campanha destaca a importância do diagnóstico precoce e, principalmente, da doação de medula óssea, gesto que pode representar a única chance de cura para muitos pacientes. Especialistas reforçam que a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. Reconhecer sintomas, buscar ajuda médica ao menor sinal de alteração e manter exames em dia são atitudes que salvam vidas. Além disso, o apoio familiar e social é fundamental para quem convive com doenças crônicas ou enfrenta tratamentos prolongados. As campanhas de fevereiro reforçam que cuidar da saúde vai além do tratamento. Envolve acolhimento, respeito e responsabilidade coletiva. Falar sobre essas doenças é um passo essencial para reduzir o preconceito, ampliar o diagnóstico precoce e fortalecer políticas públicas de saúde. Conscientizar é um ato de cuidado. E fevereiro é um convite para olhar com mais atenção para a própria saúde e para o próximo.
Janeiro Branco: Um ato de amor
Cuidar da saúde mental é um ato de amor com as pessoas e com as famílias. Não se trata apenas de um cuidado individual, mas de uma responsabilidade coletiva que impacta diretamente a qualidade das relações, o equilíbrio emocional do lar e a construção de uma sociedade mais saudável. Falar sobre sentimentos, acolher quem sofre e buscar ajuda profissional são atitudes que fortalecem famílias e salvam vidas. O silêncio, muitas vezes, aprofunda dores. A escuta, ao contrário, cria pontes, gera compreensão e abre caminhos para o cuidado real. Saúde mental começa dentro de casa, no diálogo, no respeito e na empatia diária. Durante o Janeiro Branco, mês dedicado à conscientização sobre saúde mental, o tema ganha ainda mais visibilidade. É um momento importante para reforçar que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Também é um período para cobrar e apoiar políticas públicas que promovam acesso ao cuidado psicológico, escuta qualificada e dignidade para todos. Priorizar a saúde mental é priorizar famílias mais fortes, relações mais equilibradas e uma sociedade mais humana. Cuidar de quem você ama começa pelo compromisso com o bem-estar emocional. Saúde mental é prioridade, sim.
Alego instala Frente Parlamentar do 3º Setor sob liderança da deputada Vivian Naves
A Frente Parlamentar do Terceiro Setor foi instalada no último dia 17, na Assembleia Legislativa de Goiás, coordenada pela deputada estadual Vivian Naves (PP). A iniciativa marca um novo capítulo no fortalecimento do diálogo entre o Parlamento goiano e o Terceiro Setor — responsável por inúmeras ações sociais que alcançam onde o poder público muitas vezes não chega com rapidez ou profundidade. Durante a solenidade, Vivian destacou que a frente nasce com a missão de construir pontes concretas entre as organizações da sociedade civil, o Legislativo e demais esferas de governo. “Essas entidades são fundamentais para promover uma sociedade mais justa, solidária e inclusiva. Estamos aqui para escutar, propor e agir em parceria”, afirmou a deputada. A mesa da sessão contou com representantes estratégicos do setor: o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Wellington Matos de Lima; a diretora-geral da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Adryana Caiado; o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Goiânia, Aguinaldo Lurenço Filho; o presidente da Comissão do Terceiro Setor da OAB-GO, Juscimar Ribeiro; a coordenadora regional da FEBRACT, Norma Silva; e o mestre em Terceiro Setor, Takashi Yamauchi. Entre os principais objetivos da frente estão o acompanhamento de políticas públicas, o aprimoramento da legislação estadual, o incentivo à capacitação técnica das entidades e o fomento à inovação e à articulação entre diferentes setores. O Regimento Interno da Frente foi aprovado durante a sessão e passa a nortear suas ações a partir de agora. “Nosso mandato está aberto ao diálogo permanente. A Frente Parlamentar será espaço vivo de participação, escuta ativa e construção de soluções para o fortalecimento do Terceiro Setor em Goiás”, concluiu.
Vivian Naves propõe Comenda Voluntários do Bem
A deputada estadual Vivian Naves (PP) é coautora do projeto de resolução que cria a Comenda Voluntários do Bem, uma nova honraria do Legislativo goiano voltada ao reconhecimento de cidadãos e cidadãs que se destacam pelo trabalho voluntário em Goiás. A iniciativa, assinada em conjunto com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Bruno Peixoto (UB), reforça o compromisso da parlamentar com a valorização de ações sociais que promovem empatia, cidadania e transformação social. Vivian ressalta que o objetivo da proposta é lançar luz sobre pessoas que dedicam tempo, talento e coração para melhorar a vida do próximo. “A Comenda Voluntários do Bem é uma forma concreta de reconhecer quem faz a diferença todos os dias, muitas vezes de maneira anônima, em comunidades, instituições e projetos que acolhem os mais vulneráveis”, afirmou a deputada. O nome da comenda é inspirado no projeto Voluntariado, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), realizado por meio da plataforma Adote o Bem. A iniciativa conecta voluntários a causas sociais em todo o estado, fortalecendo redes de solidariedade e construindo uma cultura ativa de cuidado com o outro. A OVG já soma milhões de atendimentos por ano e reúne milhares de voluntários e parceiros engajados. De acordo com o texto do projeto, a comenda será concedida anualmente a pessoas que se destacam por ações voluntárias voltadas a indivíduos em situação de vulnerabilidade ou risco social, seja por meio de organizações ou de maneira individual. A entrega da honraria está prevista para o dia 28 de agosto, data em que se celebra o Dia Nacional do Voluntariado. A proposta já foi protocolada na Casa sob o nº 14651/25 e segue agora para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), onde será avaliada quanto à legalidade e constitucionalidade. Com uma trajetória marcada pelo compromisso com o desenvolvimento social e a inclusão, Vivian Naves reafirma, com essa iniciativa, seu empenho em fortalecer o voluntariado e ampliar a visibilidade de quem atua silenciosamente pelo bem coletivo. “O voluntariado transforma vidas, inclusive a de quem se doa. Reconhecer essas pessoas é um ato de justiça e de incentivo para que mais cidadãos se sintam parte ativa na construção de um Goiás mais solidário”, concluiu.